terça-feira, 28 de agosto de 2007

O manual DSM é criticado por suas ligações com as empresas farmacêuticas (Português)

Recently, the important newspaper news like The New York Times, the USA Today and The Wall Street Journal published articles denouncing the fact that the psychiatrists who decide what “mental diseases” are including in the Manual Diagnosis and Statistical of the Mental Upheavals (DSM by its abbreviations in English), published by Asociación American Psiquiátrica (APA), they have nexuses with compa�ías that manufacture psicofármacos for “treating” these upheavals. Conditions that “vow in existence” The DSM has grown of only 119 conducts in 1968 to 886 in their last edition and includes so ample categories that anyone can be diagnosed of “mentally ill.” Unlike other medical diseases, there is objective test of no chemistry or no biological cause of no upheaval of the DSM. However, thousands of million dollars in psychiatric drugs are prescribed for “treating” these conditions every year - conditions that include/understand symptoms that siquiatras, literally, vote to include them in the DSM. Pharmaceutical the DSM-compa�ía nexus It can seem difficult to think how it is that as much psicotrópico (drug that alters the mind) it can be prescribed to treat conditions that physically does not exist - until which one notices that the same people that she defines “upheavals” have financial nexuses with compa�ías phamacists. A published study east April of 2006 in Psychotherapy and Psychosomatics revealed the incestuosa relation between the pharmaceutical industry and the DSM. Lisa Cosgrove, sicóloga of the University of Massachussets, and Sheldon Krimsky, professor in the Tufts University, made a titled study “Financial Nexuses between the Members of the Panel of the DSM-IV and the Pharmaceutical Industry.” The study revealed that more than half of the 170 members of the panel responsible for the DSM they had hidden financial nexuses with the industry. More alarming still it is than the 100 percent of the “experts” of the honeycombs on the heading of upheavals of the personality of the DSM was involved with the allowed drug industry. The “upheavals of the personality”, that include the “depression”, “the bipolar” upheaval and to the “schizophrenia” are dealt with the greatest drug sale of the world: in 2004 the sales promoted to $20,3 billion dollars for antidepressants and $14,4 billion for the neurolépticos calls. The study also showed that in 2003 the industry gave $7,5 million him to the magazine of the APA in publicity, increasing to that amount 22% in a year up to $9,1 million. Cosgrove doctor said that the public “is unconscious of what so flagrant it is the financial nexus in the field of siquiatría” towards the industry. Siquiátrica pharmaceutical FDA-cabala The public is not conscious either of the nexuses between the Administration of Foods and Medicines (FDA in its abbreviations in English) with the industry. The famous group of “thinking tanks” of called Washington Public Citizen made a subsequent study that determined that the consulting committee of members of the FDA also had nexuses with the industry. This causes that the results of Cosgrove doctor are still more worrisome since, as it asserts, the FDA “will not approve a psicofármaco to deal with mental disease to less than the condition exists in the DSM. Compa�ías of psicofármacos can thus sell them to the consumers”. Tests of blood for invented conditions do not exist In the interviews of mass media, Cosgrove doctor confirmed that CCHR and others have been declaring per decades that “do not exist blood tests on the upheavals of the DSM. These are based on judgments of medical instructors who, as well, are based on that manual.” Critics to the DSM in another study in the magazine Public Library became of Science, published by a civil association, that accused the industry of “dealer of diseases”, invented diseases such as “syndrome of the anxious legs,” “upheaval of social anxiety” and “depressing premenstrual Upheaval.” Dr Lisa Cosgrove, University of Massachusetts, Boston CCHR denounces the destructiveness of the interests created in the DSM and the industry; and it asks to him the governments whom no legislation, it demonstrates in the cuts or of any other legal process one is based on the DSM.

terça-feira, 21 de agosto de 2007

Jovens utilizam Ritalin em boates (Portuguese)

A Ritalina(Metilfenidato), por agir de forma similar à cocaína, já faz parte do rol de drogas disponíveis e consumidas por adolescentes, na busca de prazer em festas e baladas.
É revoltante pensar que a mesma droga vem sendo consumida por milhões de crianças em todo o mundo, simplesmente para que fiquem quietas e obedientes na escola.
Já estamos colhendo os resultados disso, através da violência nas escolas, dos suicídios entre adolescentes, do vício em todos os tipos de drogas, nos conflitos familiares e sociais, etc.
Leiam partes dessas matérias:
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Na noite, tarja preta vira estimulante
Jovens usam como droga um medicamento controlado contra transtorno de déficit de atenção e hiperatividade
Sexta-feira, 23 horas, Alex*, de 18 anos, e cinco amigos da mesma idade se encontram no condomínio onde moram, no Morumbi, para ir a uma danceteria na Vila Olímpia.

Calça jeans, camisa, boné e cartão de crédito, eles vão parar também em uma loja de conveniência para comprar bebidas. Antes, Alex tira uma cartela do bolso e dá três comprimidos para cada um: "Já tomei até seis desses com álcool. Fiquei superligado."
A cartela contém metilfenidato, um psicoestimulante tarja preta, vendido com receita especial, indicado principalmente para tratamento de transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH). Justamente por isso, e pelo valor do produto, de R$ 180 a R$ 240, em média, eles lançam mão de várias maneiras para adquiri-lo. Até parece a descrição de alguém que compra drogas ilegais.


"Cada vez é de um jeito. Meu primo toma porque precisa, e, às vezes, pego dele. Ou compro pela internet. Tem ainda quem tem pai médico e consegue escondido", diz. Tomo para sair, antes da balada. Um comprimido ou dois antes. Depois que passa o efeito, bebo alguma coisa e tomo outro", diz a artista plástica Livia*, de 30 anos. Ela diz conhecer quem compre o metilfenidato como se fosse droga (ecstasy ou ácido), ou seja, de maneira ilegal. No seu caso, tem amigos médicos. "Peço e me dão; mesmo sabendo que não é muito correto, eu tomo."


"Temos acompanhado esse uso sem necessidade. Infelizmente isso está acontecendo", diz a psiquiatra Cláudia Szobot, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
* Nomes fictícios
Simone Iwasso
Jornal Estado de São Paulo
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Na internet, jovens trocam várias dicas sobre remédio


Uma rápida navegada pela internet é suficiente para ter dimensão do fácil acesso que adolescentes têm aos medicamentos que deveriam ser vendidos apenas com receita médica.


Não faltam dicas de como tomá-los, potencializar seus efeitos, disfarçar o uso diante dos pais e, inclusive, comprá-los pela própria rede - grande parte dessas ofertas é de produtos contrabandeados ou falsificados. Fóruns de discussões, salas de bate-papo e o site de relacionamentos Orkut são as fontes mais férteis em informações desse tipo.


"Adoro Ritalina", "Você também quer Ritalina", "Não sou TDAH, mas gosto de Ritalina" são alguns dos tópicos encontrados na internet na semana passada, em bate-papos, blogs e fotologs de adolescentes.

Numa sala de discussão, uma mensagem de uma menina de 15 anos, identificada como Alice, dizia:


"Estou pensando em tomar metilfenidato, o que vocês acham? Alguém já tomou e deu barato? Uma amiga do colégio toma. " Em cerca de meia hora, pelo menos dez respostas apareceram, todas de jovens. Apenas uma delas aconselhava a garota a não tomar o medicamento sem orientação médica, porque dizia que conhecia quem tomou e passou mal.

Luciana Garbin e Simone Iwasso
Joral Estado de São Paulo
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sexta-feira, 17 de agosto de 2007

As investidas do fabricante da Ritalina pelo mundo (Portuguese )

Na India


Milhões de pobres nos países em desenvolvimento estão morrendo porque não podem pagar pelos medicamentos que tão desesperadamente precisam.


Os países ricos, especialmente Estados Unidos, pressionam os países em desenvolvimento para que aceitem regras mais restritas sobre propriedade intelectual, que permitam às empresas farmacêuticas preservar seus monopólios. Isso reduz a competitividade dos medicamentos genéricos e mantém os preços muito altos.









Nova Délhi, 7 ago (EFE).- A organização Médicos sem Fronteiras (MSF) celebrou hoje a decisão de um tribunal indiano contra a farmacêutica suíça Novartis, porque "coloca um fim ao assédio" das multinacionais à produção de genéricos na Índia.




Em 2005, várias associações de vítimas de câncer na Índia utilizaram as leis nacionais de propriedade intelectual para freiar a tentativa da companhia suíça Novartis de patentear seu remédio (Glivec), contra câncer



Esta ação permitiu às empresas indianas seguir produzindo um medicamento genérico que custa 2.700 dólares por paciente/ano, enquanto a versão da Novartis fica em torno de 27.000 dólares por paciente/ano.



Ainda assim, Novartis apelou recentemente da decisão dos tribunais,desafiando o direito da Índia a interpretar os acordos TRIPS para proteger sua saúde pública.



Se a Novartis triunfar em seu empenho, poderia colocar em perigo a indústria de genéricos daquele país. Índia é o maior exportador de medicamentos genéricos do mundo, sendo que 67% são vendidos a países em desenvolvimento.









No Brasil


Bioamazonia, Novartis e o Brasil


A biodiversidade da Amazônia é um patrimônio do país e de suas gerações futuras. Todavia o valor desta biodiversidade não pode ser preservado pois será, como vem sendo, objeto da biopirataria. É ingênuo pensar que descoberta uma aplicação de um produto da Amazônia nós garantiremos um mercado de matéria prima.



As seringueiras foram levadas. Os produtos mais sofisticados, descobertos pela pesquisa biotecnológica não serão produzidos a partir dela. O exemplo típico é o do catopril, droga de venda milionária, derivada do veneno da nossa Bothrops. O produto eficaz é um derivado sintético, que passamos a importar em larga escala.



Leigos e parte da comunidade científica consideram que a melhor fonte de produtos serão as plantas que índios identificaram (apesar de todos os seus poderosos "remédios" vivem em media menos de 30 anos, sem a medicina moderna, o mesmo que o homem de Neanderthal). Tenho insistido de que a biodiversidade de maior valor são os microorganismos.



Levados num pequeno tubo, o seu novo dono o reproduzirá em fermentadores de milhares de litros para obter produtos e usando seu genoma, produzirá mutantes centena de vezes mais eficazes (o que ocorreu com o bolor que produz penicilina). Só podemos defender alguns, descobrindo o que produzem e qual o uso destas moléculas.



Estive envolvido com a primeira tentativa de montar um centro de biotecnologia em Manaus, que como sempre acabou lamentavelmente num esqueleto- como se prédio fosse o fator limitante, quando a Diretoria deste Centro teve sua reunião invadida pelo Dr. F. Lovejoy, Sub-Secretário do Interior dos EUA, que tentou nos persuadir a não realizar pesquisas biotecnológicas.



Deveriamos, como a Costa Rica, investir em classificar nossas plantas, repetindo Martius no século passado, dando nomes a plantas que seriam levadas para o exterior. Biodiversão para os sistematas substuituiria a Biotecnologia!



Uma nova tentativa surgiu com o ProBem, que envolveu-se desde o inicio com dois importantes professores de Universidades Norte Americanas, defensores do projeto Costa Rica e que vieram vender a mesma idéia. Vencemos por algum tempo, mas ela surge de novo.



ProBem (agora denominada BioAmazonia) foi constituiída com o proposto de desenvolver pesquisa científica na Amazônia, em colaboração com Universidades e Institutos de Pesquisa Brasileiros, criando tecnologia que seria implantada na região Amazônica, gerando empregos e divisas.



Lançou com a presença do vice-presidente Marco Maciel uma nova construção em Manaus, pagando passagens e estadias (inclusive a minha). Alardeou que dispunha de US$ 12 bilhões, o que talvez explique sua instalação na luxuosa Avenida Berrini, em SP, acha razoável isolar, caracterizar e vender cepas de nossas bactérias a 100 FF (cerca de R$ 100,00) ató o limite máximo de R$ 1 milhão, cifra inferior ao custo de manter o escritório em SP.



A BioAmazônia assina acordo onde a Novartis tem direito exclusivo de requerer e manter a proteção de patente, para fazer, produzir, usar e vender Compostos Diretos e Compostos Derivados no Território (que o contrato define como Mundo!).



Para isto oferece, e a BioAmazônia aceita 500 mil francos suiços (1 FS é aproximadamente 1 real), quando a Novartis declarar que está fazendo um estudo clínico com um produto derivado da biodiversidade brasileira e mais 2.250.000 FS até o lançamento do produto.



No meio do tempo a Novartis nos ensinará a ser seus técnicos, colhendo microorganismos, fermentando e analizando a presença de produtos interessantes. Depois teríamos a importante função de mandar os extratos e os compostos isolados e finalmente mandar as cepas. Por apenas 100 FS por cepa, a BioAmazônia terá que montar uma máquina para mandar 10 mil culturas para a Novartis!



Sem qualquer autoridade a BioAmazônia concederá à Novartis, se legalmente possível, o direito de acesso e uso exclusivos por dois anos (prorrogáveis) no Território e para a Área. Durante este período terá acesso e uso exclusivos... que neste ato concede à Novartis a licença perpétua e exclusiva, com direitos de conceder sub licenças, para produzir, usar e vender produtos contendo o composto original ou compostos derivados....e quaisquer direitos de patentes ou know-how relevantes.



É óbvio que os Compostos Originais que deverão ser propriedade conjunta da BioAmazônia e Novartis não serão os produtos comercializados (como não é a penicilina, matéria prima de preco vil, que é modificada para melhor atividade). A Novartis deverá ter o direito exclusivo de obter proteção de patentes em respeito a qualquer tal invenção relativa a Compostos derivados.



Como a BioAmazônia descobrirá que um novo composto lançado pela Novartis tem origem num produto da biodiversidade brasileira? De que vale cepas originais das quais é possível modificar e mesmo transferir genes por clonagem (a BioAmazônia irá sequenciar cada cepa antes de transferí-la?). O que acontecerá com produtos que forem desenvolvidos depois dos 2 anos de vigência do contrato? (Usalmente leva 10 anos entre a descoberta de um composto e o seu uso). Não conseguiríamos sozinhos explorar rapidamente a imensa biodiversidade da Amazônia, convertendo descobertas de moléculas interessantes em produtos.



Todavia não queremos antecipadamente abrir mão delas. A comunidade científica nacional não tem o tamanho da Costa Rica.



Temos cientistas competentes em microbiologia básica, isolamento de substâncias, determinação de sua estrutura usando métodos modernos e produzir derivados, para testar a ação farmacológica e certamente suficiente população e condições para testes clínicos (que vem sendo feito em brasileiros para as grandes empresas do exterior).



Quanto mais próximo chegarmos a um produto, maior o valor do que temos a oferecer para uma parceria internacional. Ao invés estaríamos mandando nossos microorganismos, que seriam investigados no exterior sem criar empregos e contribuir para o desenvolvimento da competência científica e tecnológica do País.



Por menos de um salário mínimo, ao entregar uma cepa, jamais saberemos o que dela resultou e nada colheremos a não ser o de ser consumidores dos novos medicamentos, a preços que as empresas produtoras definirão. Pesquisa, tecnologia e indústria será mantida sempre do outro lado do mar.



Independentemente do mérito, fica a pergunta que fiz várias vezes em Brasília: quem tem autoridade de negociar pelo País? Quem lhe atribuiu uma parcela do território nacional com direitos às espécies nela existentes ? Poderá uma Organização Social usurpar um direito que deve ser do Governo: Executivo e Legislativo?



Nao é este a minha primeira iniciativa para colocar um limite no que se está fazendo com os recursos biológicos nacionais. Tentei protestar contra um contrato semelhante entre o Dr. Pais de Carvalho e a Glaxo, mas não logrei resultados.



Agora pretendo perseverar numa campanha que proteja os interesses futuros do País: recomendar ao Executivo (ou ao Legislativo) que faça uma moratória para definir uma política e exigir que acordos internacionais as cumpram.



Lamento que alguns pesquisadores sérios tenham sido envolvidos neste evento, esperando que ponderem as consequências deste acordo espúrio que transforma a Amazônia no quintal de empresas multinacionais, cujo país sede não dispoem outros de suas colonias e ex colonias na fronteira do Brasil, onde já exploram a floresta Amazônica.



Fonte: JCE-mail, 08junho2000. Nota do Editor: Isaias Raw é Presidente do Instituto Butatam de SP







Nos Estados Unidos



FDA acusa Novartis de mentir aos doentes sobre Exelon



A Food and Drug Administration (FDA), entidade norte-americana que regula o sector do medicamento, notificou a companhia farmacêutica suíça Novartis por causa de alegadas informações falsas sobre o Exelon (rivastigmina), o fármaco mais vendido no tratamento da doença de Alzheimer, que actualmente está disponível em mais de 70 países.



A FDA acusa a Novartis de proclamar para aquele medicamento maior índice de segurança do que aquele que foi efectivamente demonstrado.Numa nota datada do passado dia 8, mas que apenas foi publicada ontem, terça-feira, no site da FDA (http://www.fda.gov/), a entidade reguladora norte-americana tece duras acusações à Novartis, acusando claramente a empresa de mentir aos doentes, e pede que a verdade sobre a eficácia e os riscos inerentes à utilização daquele fármaco seja de imediato reposta, e que a publicidade que tem vindo a circular num folheto da marca seja interrompida, considerando que, “em termos de saúde pública, estas violações são fonte de preocupação” para os reguladores.



Em causa está a sugestão de que o Exelon é mais seguro e eficaz do que é na realidade, e o facto de, segundo a Food and Drug Administration, o uso do fármaco estar a ser estimulado pela companhia farmacêutica em condições diversas daquelas em que a sua eficácia foi demonstrada nos ensaios clínicos realizados.



A FDA estabelece como data-limite para uma resposta da empresa suíça o próximo dia 22.Entretanto, um porta-voz da Novartis já reagiu ao comunicado, referindo que a empresa está a analisar o seu conteúdo e deverá responder, como solicitado, no próximo dia 22. A mesma fonte asseverou que serão tomadas “as medidas necessárias para garantir que todos os materiais de promoção cumprem escrupulosamente as normas da FDA''.



”.De acordo com o que o farmacia.com.pt conseguiu apurar, o Exelon está disponível no mercado desde 1997 e actualmente é comercializado em mais de 70 países, no âmbito do tratamento de casos de demência moderada em pacientes com Alzheimer."



No nosso país foi introduzido em 1998 (com renovação em 2003), sendo titular da Autorização de Introdução no mercado a Novartis Europharm Limited, com sede no Reino Unido.Carla Teixeira
Publicado: quinta-feira, 16 de Agosto de 2007 - 08:00



sexta-feira, 10 de agosto de 2007

Hperatividade não é doença (Portuguese)


A hiperatividade é uma doença?


A Ritalina é um medicamento eficaz para tratá-la?


Não e não!


Hiperatividade não é uma doença.É um engodo perpetuado
por médicos que não têm a menor noção do que estaria
errado com essas crianças.



Para encontrar um tratamento eficaz e muitas vezes uma cura para a criança


"hiperativa" é necessário em primeiro lugar obter o diagnóstico correto.


O Dr. Vernon Coleman,conhecido autor de inúmeros livros sobre a preservação e recuperação da saúde escreve:



"Hoje recebi a carta de uma leitora cujo filho foi diagnosticado como sofrendo


de hiperatividade e a quem o médico havia receitado Ritalina. Infeliz com o


diagnóstico e ainda mais infeliz com a receita, a leitora decidiu experimentar


algo simples. Removeu todos os aditivos químicos da alimentação do filho. Em


menos de quinze dias, o comportamento dele havia mudado, o problema havia


desaparecido, todos os professores (que entusiasticamente apoiam a Ritalina)


haviam notado a mudança e telefonaram para a mãe para lhe dar os parabéns.


Quando a mãe lhes disse a verdade, simplesmente não acreditaram."


Doctor Vernon Coleman's Health Letters

Corantes e aditivos podem deixar as crianças agitadas (Portuguese)

No outono de 2002, foi publicado o primeiro estudo patrocinado pelo governo da Grã-Bretanha para encontrar a relação existente entre corantes e conservantes artificiais e problemas de comportamento.


Durante duas semanas, 277 crianças com três anos de idade beberam suco de fruta acrescido de 20 ml de corantes artificiais (E102, E110, E122, E124) e um conservante artificial (E211).

Em seguida as crianças tomaram suco de frutas sem colorantes e conservantes durante mais duas semanas. Os pais controlaram as crianças durante todo o mês e preencheram um questionário detalhado sobre o comportamento dos filhos. As respostas mostraram que:

Todos os corantes e o conservante artificiais aumentaram muito a hiperatividade;
a remoção das substâncias provocou uma melhora significativa do comportamento;

Todas as crianças se beneficiaram da remoção, não apenas aquelas que já apresentavam hiperatividade.
Corantes e condimentos artificiais não têm outro objetivo do que tornar alimentos — sem gosto e com aspecto pouco apetitoso — mais saborosos e atraentes, principalmente para crianças.

Esses alimentos geralmente não têm valor nutritivo, contêm muita gordura, sal ou açúcar e incluem sobremesas, doces, salgadinhos, milk-shakes, cereais matinais e diversas guloseimas. (Food Magazin, 1.11.02 / Greenhealthwatch, 2002 nº 23)



























quinta-feira, 9 de agosto de 2007

O mini exame mental (Portuguese)

É inacreditável , mas este exame tem servido para alguns psiquiátras e neurologistas como instrumento para atestar deficiência mental nas crianças.

MINI EXAME MENTAL
1. Orientação temporal (0-5): ANO – ESTAÇÃO - MÊS – DIA - DIA DA SEMANA
2. Orientação espacial (0-5): ESTADO – RUA - CIDADE - LOCAL - ANDAR
3. Registro (0-3): nomear: PENTE - RUA – CANETA
4. Cálculo- tirar 7 (0-5): 100-93-86-79-65
5. Evocação (0-3): três palavras anteriores: PENTE – RUA - CANETA
6. Linguagem 1 (0-2): nomear um RELÓGIO e uma CANETA
7. Linguagem 2 (0-1): repetir: NEM AQUI, NEM ALI, NEM LÁ
8. Linguagem 3 (0-3): siga o comando: Pegue o papel com a mão direita, dobre-o ao meio, coloque-o em cima da mesa.
9. Linguagem 4 (0-1): ler e obedecer: FECHE OS OLHOS
10. Linguagem 5 (0-1): escreva uma frase completa
11. Linguagem 6 (0-1): copiar o desenho.






































terça-feira, 7 de agosto de 2007

A Ritalina e a violencia nas escolas nas escolas (Portuguese)

Um coordenador de escola pública comentava orgulhoso: "A melhor coisa que inventaram foi a Ritalina. Depois que introduzimos a droga na escola, não tivemos mais problemas com as crianças que incomodavam os professores".

Infelizmente, muitos pais confiam seus filhos à criminosos como este, com um perfil sádico e bizarro.

Escolas que deveriam construir homens, estão destruindo com os mais importantes sentimentos humanos como amor, paixão, compaixão, culpa, medo, e com certeza gerando violência, pois não suportamos que nossos desejos e nossas emoções fiquem aprisionados, trancados ou drogados.

Ainda bem que no mundo inteiro movimentos contra essa realidade vem ocorrendo.
Leiam parte da matéria:
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O Conselho Educacional do Colorado, Denver-EUA, esta encorajando as escolas a contar com mais, e efetiva, disciplina em sala de aula - e menos medicações - para os garotos incontroláveis.

Esta ação lançou o estado na vanguarda de um intenso debate sobre o uso psicofármacos em crianças de idade escolar. A instrução foi estimulada pelas notícias de que estudantes pistoleiros em diferentes casos de tiroteios em escolas, estavam tomando drogas psiquiátricas - sendo a primeira vez que um organismo governamental registra oficialmente sua preocupação acerca do crescente número de prescrições deste tipo de drogas entre jovens norte-americanos.

Para os membros da diretoria e seus apoiadores, o documento de uma página representa uma mudança de atitude em relação a drogas como Ritalina, Prozac e Luvox - além de uma clara contrariedade em colocar as escolas na posição de influenciar os pais a medicarem filhos difíceis de controlar.

Influenciados pelos tiroteios em escolas.
Eles também reconhecem que o recente dilúvio de tiroteios em escolas influênciou a decisão. Um dos assassinos da Escola Secundária Colombina estava tomando Luvox, e os estudantes atiradores de Springfield, Ore., Jonesboro, Ark., Pearl, Miss., Paducah, Ky., and Conyers, Ga., disseram estar tomando esta ou outras dorgas similares.

“As pessoas estão inquietas sobre isso,” diz William Moloney, membro do conselho estadual de educação. “Nós não sabemos se há uma ligação entre os casos de violência em escolas. Mas estamos dando um passo radical para que alguém se interesse em examinar melhor isso."

Prescrições para doenças que ainda não se teve?
Tais medicações tem se tornado parte da vida diária para cerca de 6 milhões de crianças em escolas americanas. Na maior parte das vezes, as drogas são administradas quando a criança tem diagnosticada Deficiência de Atenção por Distúrbio de Hiperatividade (DADH).

Bebês também?
Enquanto isso, um estudo recente na Universidade Estadual de Michigan, em East Lansing, revelou que Ritalina e Prozac estavam sendo prescritos juntos para crianças entre 1 a 3 anos. E um estudo em Nova York descobriu-se que crianças negras tem probabilidade 11 vezes maior de serem medicadas do que crianças em idade escolar em geral.

"Os educadores vêem a Ritalina como algo que fará suas vidas mais fáceis, ao invés de introduzirem mudanças em suas classes" diz um pai de aluno do Colorado, que pediu para não ser identificado.
"O problema é que a droga rouba dessas crianças sua personalidade. Eles se tornam como robôs pequenos e quietos."

Em uma audiência organizada pelo republicano Penn Pfiffner, eles ouviram o testemunho do psiquiatra Peter Breggin, autor do livro "Toxic Psychiatry" (a psiquiatria dos tóxicos). Ele testificou que drogas como o Luvox e a Ritalina produzem comportamento violento em cerca de 4% dos usuários.

"Se nós vamos gastar os próximos 6 meses discutindo modos de prevenir a violência, como instalar detectores de metais nas escolas, e formos negligentes com o que poderia ser a causa subjacente, então nos teremos sido irresponsáveis," disse Mr. Pfiffner.

(By Jillian Lloyd The Christian Science Monitor)

Alerta: 51 muertes en un año (Spanish)



Publicamos la traducción de este interesante artículo escrito por Sarah Boseley para el Diario The Guardian bajo el título original “Advertencia de ataques cardíacos causados por Ritalin solicitada con urgencia tras 51 muertes en EEUU”.Aviso: Ritalin se comercializa en España bajo el nombre de Rubifen.
Expertos de EEUU recomendaron ayer que Ritalin, un fármaco extensamente recetado para calmar a niños hiperactivos en el Reino Unido, debería llevar el nivel más alto de advertencia de que puede aumentar el riesgo de muerte por ataques cardíacos.
Desde 1999, sólo en los EEUU, ha habido al menos 51 muertes entre niños y adultos que se medican para el Trastorno del Déficit de Atención e Hiperactividad (TDAH). Ayer las autoridades reguladoras del Reino Unido, Agencia Reguladora de Medicamentos y Productos para el Cuidado de la Salud (MHRA), dijeron que nueve niños habían muerto en ese país, de entre una minoria que se esta medicando. Declinaron revelar las edades de los niños debido a la posibilidad de identificción.
En los EEUU, los doctores recetan a niños 2 millones de fármacos para el TDAH cada mes y 1 millón a adultos. En el Reino Unido, nadie sabe cuanta gente está en estos fármacos, que están autorizados para niños tan jóvenes como seis años - aunque hay informes de que se les ha dado a niños de tan solo tres años de edad. El año pasado se escribieron un total de 361.832 recetas para Ritalin y otros fármacos del tipo methylphenidate, lo que supone un promedio de 30.153 al mes.
La causa de muerte de dos de los nueve niños que murieron en el Reino Unido estaba expresamente relacionada con el corazón: uno tenía un ataque cardíaco y un segundo un corazón agrandado. Uno fue registrado como “muerte repentina”. Uno murió de una hemorragia cerebral, otro de un hinchazón del cerebro, dos se suicidaron y el último murió del síndrome de angustia respiratoria neonatal (probablemente, la madre estaba consumiendo los fármacos).
La recomendación de un panel consultivo de la Sanidad de los EEUU (FDA) de poner una advertencia negra - la más seria posible - en las cajas de todos los fármacos para el TDAH en los EEUU, será probablemente aceptada. La presión aumentará ahora en las autoridades británicas para que adviertan públicamente sobre este riesgo.
Hay una preocupación creciente sobre el aumento de la cantidad de niños a los que se les está poniendo en fármacos. Esta clase de fármacos, conocidos como methylphenidates, están basados en anfetamina y se cree que podrían causar problemas de corazón en algunos niños y adultos al aumentar la presión arterial. Ya existe una advertencia en el fármaco más extensamente usado en los EEUU, el Adderall, que no está aprobado en el Reino Unido.
Los consejeros de la FDA dijeron que no era seguro que los fármacos contribuyeran a las 51 muertes. “Los datos sólo lo sugieren, en este punto, pero debido a la gravedad de efectos secundarios como muerte repentina, los médicos tienen que ser claramente conscientes de esta preocupación,” dijo el doctor Peter Gross, presidente del panel y cabeza de medicina interna del Centro Médico de la Universidad Hackensack de Nueva Jersey. Un miembro del panel expresó claramente que esperaba que la advertencia pudiera disminuir el altísimo ritmo de aumento de recetas de estos fármacos a niños que no están atentos o se portan mal en la escuela. “Quiero conseguir que las manos de la gente tiemblen un poco antes de que escriban esa receta” dijo Steven Nissen, un miembro de panel y cardiólogo de la Clínica de Cleveland.
En mis tiempos, cuando los niños no estábamos atentos o nos portábamos mal nos regañaban o nos castigaban. Hoy te ponen en peligrosas drogas adictivas que te pueden llegar a matar.
Dave Woodhouse, psicólogo y director de la Clínica de Cactus, adjunta a la Universidad de Teesside, la cual ofrece a los padres una alternativa a los fármacos en forma de asesoramiento y orientación nutricional, dijo: “Uno de los principales problemas es el hecho que que en el caso de muchos de los niños a quienes se recetó Ritalin, no sabes si tienen ya una condición cardíaca o no.”
Hay tres fármacos de methylphenidate aprobados en el Reino Unido - Ritalin, el más vendido, Concerta y Equasym. El MHRA dijo que hubo 521 informes de sospecha de reacciones adversas al fármaco, la mayor parte de ellos en los últimos cinco años, que es cuando más niños han sido puestos en ellos. Añadió que es reconocido el hecho de que el methylphenidate “causa efectos cardiovasculares adversos” tales como un ritmo cardíaco acelerado o anormal, palpitaciones y tensión arterial más alta.Un artículo de NANCY KEATES - THE WALL STREET JOURNAL
La desilusión ante los antidepresivos está motivando una búsqueda de tratamientos alternativos para combatir los problemas mentales.
Desde las lobotomías hasta los primeros antidepresivos que causaban hemorragias cerebrales, el historial de los tratamientos para las enfermedades mentales ha sido complejo y volátil. Ahora, motivadas por el creciente desencanto con los fármacos, cada vez más personas buscan terapias para la depresión, la ansiedad y los trastornos alimenticios en doctores que practican la medicina natural, acupunturistas e incluso quiroprácticos. Al mismo tiempo, los psiquiatras tradicionales están incorporando masajes y meditación a sus prácticas.
Entre los tratamientos en boga están las Técnicas de Libertad Emocional (que trabajan en los “meridianos de energía” del cuerpo mientras el paciente piensa en incidentes perturbadores) y la terapia “craneosacral” (que implica un mecer suavemente de la cabeza, el cuello, la columna y la pelvis). El personal médico también receta suplementos como los ácidos grasos omega-3, que se encuentran en el aceite de pescado, o aminoácidos como la L-teanina, que se encuentra en el té verde.
Sarah Spring estaba viendo a un psiquiatra y tomó antidepresivos durante cuatro años para resolver un trauma de la infancia, pero sentía que no mejoraba. De modo que acudió a un médico naturista formado en terapia holística y otras terapias alternativascomo la medicina herbal.
Después de dos semanas de Técnicas de Libertad Emocional, esta gerente de marketing dice que ya no siente que se asfixia o que se le acelera el corazón como antes.
Para dar abasto con el creciente interés de los profesionales, el Departamento de Estudios Continuados de la Universidad de Harvard aumentará de una a tres las clases de medicina alternativa y complementaria en el campo psiquiátrico.
David Mischoulon, profesor de psiquiatría de Harvard, dice que los médicos que han tomado las clases reportan que cada vez más pacientes piden terapias alternativas, debido a que sienten que los antidepresivos no surten efecto o que tienen efectos secundarios desagradables.
Aun así, no existen pruebas de que estos métodos funcionen para tratar enfermedades mentales. Un estudio reciente encontró que las Técnicas de Libertad Emocional no eran más efectivas que un placebo en el tratamiento de trastornos mentales, mientras que la evidencia es limitada para la acupuntura y el aceite de pescado (que, se cree, reduce algunos tipos de depresión).
Y los médicos tradicionales temen que las técnicas alternativas puedan hacer que los pacientes dejen demasiado pronto sus tratamientos clínicos
Philip Muskin, jefe de consultas psiquiátricas del Centro Médico Columbia-Presbyterian en Nueva York, cree que técnicas como el yoga, la herboterapia o la acupuntura hacen que las personas se sientan bien psicológicamente. Pero agrega que los llamados médicos alternativos no tienen el entrenamiento adecuado para diagnosticar o tratar trastornos mentales severos.
Algunos críticos dicen que el creciente interés en la medicina alternativa es, de alguna forma, un paso atrás. A medida que la gente se frustra por la falta de efectividad de los tratamientos con medicamentos tradicionales, muchos se inclinan más hacia las terapias milenarias, sin importar si han sido probadas rigurosamente.
El tratamiento de la depresión es “una sucesión constante de teorías que son puestas de moda y en general representan muy poco progreso”, dice John Horgan, director del Centro para Redacción Científica en el Instituto de Tecnología Stevens en Nueva Jersey.
Para ajustarse al creciente interés público por las técnicas libres de químicos, varias clínicas de psiquiatría están adoptando las terapias alternativas.
El Centro de Salud Mental de Greater Manchester, en New Hampshire, por ejemplo, ahora mezcla la psiquiatría tradicional con tratamientos naturales para pacientes en estado grave. “Es un abordaje más eficicaz”, dice el psiquiatra Ronald Parks.
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segunda-feira, 6 de agosto de 2007

Ritalina pode causar dependência química?

O desconhecimento de como essa droga age no organismo de milhões de crianças e a tentativa desesperada de justificar sua prescrição para o tratamento de uma doença que não existe (TDAH), leva "especialistas" no assunto a terem pontos de vista estereotipados quanto a dependência:

"Falar que o medicamento causa dependência é um mito. O não-uso é que pode aumentar os transtornos. Há estudos bem consistentes mostrando que [o metilfenidato] pode ser um fator de proteção a abuso de drogas no futuro", (Fábio Barbirato, médico chefe da psiquiatria infantil da Santa Casa do Rio de Janeiro"). Folha de São Paulo 16.01.06 - Diagnóstico errado leva a excesso de remédio.
"O metilfenidato é uma droga similar à anfetamina. Se não criasse dependência, o Ministério da Saúde não exigiria retenção da receita.(Francisco Batista Assumpção, coordenador do departamento de infância da Associação Brasileira de Psiquiatria).Folha de São Paulo 16.01.06 - Diagnóstico errado leva a excesso de remédio.

País vive febre da "droga da obediência" (Portuguese)

A Folha de São Paulo no dia 16.01.06 publicou uma matéria Intitulada " País vive febre da droga da obediência", alertando sobre o que vem ocorrendo com o consumo de Metifenidato, aqui no Brasil vendido com o nome comercial de Ritalina. Essa droga é popularmente conhecida dentro do ambiente escolar como a "droga da obediência" por deixar as crianças letárgicas. Alternativa fácil e perversa para controlar crianças sem limites, e, que incomodam alguns professores.


Essa matéria foi muito importante porque expõe a fragilidade, a inconsistência,a falta de elementos e a falta de evidências sobre a existência do dito "TDAH", por isso, vem gerando dúvidas graves entre os especialistas sobre os diagnósticos realizados.

Reproduzo a seguir, parte da matéria que considero importante :

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Venda de remédios para déficit de atenção e hiperatividade cresce 940% em quatro anos; uso é polêmico entre médicos
Nos últimos anos, uma explosão no uso das "drogas da obediência" vem ocorrendo no Brasil. Indicadas para crianças com hiperatividade ou déficit de atenção, esses medicamentos vêm causando polêmica e dividindo especialistas. Há quem veja um excesso de prescrições.

Em apenas quatro anos, a venda dos medicamentos aumentou 940%. Em 2000, foram vendidas 71 mil caixas. Em 2004, 739 mil. Os dados são do Instituto Brasileiro de Defesa dos Usuários de Medicamentos, levantados com base no ""IMS-PMB" -publicação suíça que contabiliza dados do mercado farmacêutico mundial.

Os números são confirmados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, que controla as vendas, já que o remédio exige receita. Segundo a agência, o número de caixas vendidas entre 2003 e 2004 cresceu 51%.
O crescimento nas vendas, no entanto, não é visto com bons olhos por todos.


Para o presidente da Associação Brasileira de Déficit de Atenção, Paulo Mattos, psiquiatra da UFRJ, ainda é um número pequeno. "O crescimento das vendas ocorreu porque o diagnóstico aumentou. Pais e professores estão mais informados e agora buscam ajuda."


Laís Valadares, do departamento científico da Sociedade Brasileira de Pediatria, discorda. "Está havendo excesso de diagnóstico e de medicação. Talvez pais e professores não estejam conseguindo colocar limites, e as crianças ficam hiperativas. O que não quer dizer que sejam TDAH", afirma.

Professora de pediatria da Unicamp, Maria Aparecida Moysés, co-autora de "Preconceitos no Cotidiano Escolar - Ensino e Medicalização", também condena a prescrição sem critérios. "É um absurdo". Esse processo de medicalização acaba sendo um alívio para pais e professores. É mais fácil lidar com um problema "médico" do que mudar o método de educação da criança.

Cuidado quando a escola diz que seu filho tem " Déficit de atenção e hiperatividade" (Portuguese)


Especialistas alertam para riscos de fármacos para hiperatividade

Washington, 10 fev (EFE).- Fármacos como o Ritalin (Ritalina na América Latina) que são usados para tratar o déficit de atenção, especialmente em crianças, deveriam levar um aviso de que apresentam risco de morte, concluiu um comitê dos EUA.

O comitê de analistas, que trabalha com a Administração de Fármacos e Alimentos (FDA, em inglês), concluiu que este uso é exagerado.Esses remédios, que estimulam o sistema nervoso, poderiam dobrar o risco de sofrer problemas cardíacos, o que é especialmente perigoso para os adultos, segundo alguns estudos.

Um relatório da FDA apresentado aos analistas antes de sua reunião de quinta-feira indica que 25 pessoas, a maioria crianças, morreram após ingerir os fármacos.

Paradoxalmente, trata-se de compostos que estimulam o sistema nervoso central, como o metilfenidato que contêm as marcas Ritalin, Concerta, Methlyn e Metadate, vendidas nos EUA; e a anfetamina que é a base do Adderall e Adderall RX, disponíveis com esse nome nas farmácias dos EUA e Canadá.
América Latina como ritalina.

Mas, além de milhões de usuários, os medicamentos também têm críticos.Um deles é Lawrence Smith, que perdeu seu filho Matthew aparentemente pelos efeitos colaterais de um destes fármacos, e que assumiu a bandeira contra seu uso em sua página de internet http://www.ritalindeath.com/.

Uma de suas lutas foi conseguir que o Congresso proibisse as escolas de obrigar as crianças com problemas para se concentrar a tomar as pílulas.Nos EUA, muitos distritos escolares decidem que alunos necessitam o remédio para não se transformar em uma distração em aula e ameaçam-nos de expulsão
A Câmara de Representantes aprovou em dezembro um projeto de lei para proibir este procedimento, que está agora no Senado.
UOL Ultimas notícias 10.02.2006

sábado, 4 de agosto de 2007

Drogando crianças saudáveis (Português)

Ao classificar milhões de crianças com "TDAH", estão criando uma geração de drogaditos. O fabricante de um dos estimulantes mais prescritos às crianças para o tratamento "TDAH", a Ritalina (Cloridrato de Metilfenidato), é contraditório, não sabe como ela age no organismo e admite ser uma uma droga que pode causar dependência.




Vejam o que diz a bula:

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O metilfenidato é um fraco estimulante do sistema nervoso central, com efeitos mais evidentes sobre as atividades mentais que nas ações motoras;

RITALINA pode causar diminuição de apetite e isso pode resultar em perda de peso ou atraso de crescimento (peso e altura), especialmente em crianças.

Podem ocorrer outras reações como dor de cabeça, sonolência, tontura, dificuldade na realização dos movimentos voluntários, alterações nos batimentos cardíacos, febre e reações alérgicas;

Indicações - Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH): direcionadas a crianças estáveis com uma síndrome comportamental caracterizada por distrabilidade moderada a grave, déficit de atenção, hiperatividade, labilidade emocional e impulsividade;

Contra-indicações - RITALINA é contra-indicado para pacientes com ansiedade, tensão, agitação;

RITALINA pode causar tonturas e problemas de concentração

RITALINA pode causar dependência;

Seu mecanismo de ação no homem ainda não foi completamente elucidado, mas acredita-se que seu efeito estimulante é devido a uma estimulação cortical e possivelmente a uma estimulação do sistema de excitação reticular.

O mecanismo pelo qual ele exerce seus efeitos psíquicos e comportamentais em crianças não está claramente estabelecido, nem há evidência conclusiva que demonstre como esses efeitos se relacionam com a condição do sistema nervoso central.

Os dados de segurança e eficácia a longo prazo sobre o uso de RITALINA não são completamente conhecidos. __________________________________________

Não há evidências, nem exames comprobatórios para o"Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade - TDAH", entretanto, recomendam um tratamento a base de uma droga perigosa, em que predominam expressões como: "acredita-se", "fraco estimulante", "não está claramente estabelecido", "não há evidências", "não há teste de diagnóstico específico", "seu mecanismo não foi claramente elucidado","não há evidência conclusiva", "pode causar dependência" etc.

Enquanto isso, uma geração de crianças saudáveis estão sendo transformadas em pacientes, cobaias da indústria de psicotrópicos, que através de um gigantesco aparato de markting, vende a imagem de ter a solução para o bons e maus comportamentos das crianças.

A subjetividade no diagnóstico de TDAH (Português)

Observem como essa falsa enfermidade carece de evidências que comprovem a sua existência e joga milhões de crianças saudáveis ao consumo de drogas infantis.
O diagnóstico geralmente parte de um questionário médico psiquiátrico ou neurológico, abordando questões que são de natureza subjetiva, ignorando os sentimentos e as emoções das crianças:

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Considerações especiais sobre o diagnóstico de TDAH:


A etiologia específica desse transtorno é desconhecida e não há teste diagnóstico específico.
O diagnóstico "correto" requer uma investigação médica, neuropsicológica, educacional e social


Critérios Diagnósticos para Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade

A. Ou (1) ou (2)



1) seis (ou mais) dos seguintes sintomas de desatenção persistiram por pelo menos 6 meses, em grau mal-adaptativo e inconsistente com o nível de desenvolvimento:




Desatenção:
(a) freqüentemente deixa de prestar atenção a detalhes ou comete erros por descuido em atividades escolares, de trabalho ou outras
(b) com freqüência tem dificuldades para manter a atenção em tarefas ou atividades lúdicas
(c) com freqüência parece não escutar quando lhe dirigem a palavra
(d) com freqüência não segue instruções e não termina seus deveres escolares, tarefas domésticas ou deveres profissionais (não devido a comportamento de oposição ou incapacidade de compreender instruções)
(e) com freqüência tem dificuldade para organizar tarefas e atividades
(f) com freqüência evita, antipatiza ou reluta a envolver-se em tarefas que exijam esforço mental constante (como tarefas escolares ou deveres de casa)
(g) com freqüência perde coisas necessárias para tarefas ou atividades (por ex., brinquedos, tarefas escolares, lápis, livros ou outros materiais)
(h) é facilmente distraído por estímulos alheios à tarefa
(i) com freqüência apresenta esquecimento em atividades diárias




(2) seis (ou mais) dos seguintes sintomas de hiperatividade persistiram por pelo menos 6 meses, em grau mal-adaptativo e inconsistente com o nível de desenvolvimento:



Hiperatividade:
(a) freqüentemente agita as mãos ou os pés ou se remexe na cadeira
(b) freqüentemente abandona sua cadeira em sala de aula ou outras situações nas quais se espera que permaneça sentado
(c) freqüentemente corre ou escala em demasia, em situações nas quais isto é inapropriado (em adolescentes e adultos, pode estar limitado a sensações subjetivas de inquietação)
(d) com freqüência tem dificuldade para brincar ou se envolver silenciosamente em atividades de lazer
(e) está freqüentemente "a mil" ou muitas vezes age como se estivesse "a todo vapor"
(f) freqüentemente fala em demasia
Impulsividade:
(g) freqüentemente dá respostas precipitadas antes de as perguntas terem sido completadas
(h) com freqüência tem dificuldade para aguardar sua vez
(i) freqüentemente interrompe ou se mete em assuntos de outros (por ex., intromete-se em conversas ou brincadeiras)


B. Alguns sintomas de hiperatividade-impulsividade ou desatenção que causaram prejuízo estavam presentes antes dos 7 anos de idade.


C. Algum prejuízo causado pelos sintomas está presente em dois ou mais contextos (por ex., na escola [ou trabalho] e em casa).



D. Deve haver claras evidências de prejuízo clinicamente significativo no funcionamento social, acadêmico ou ocupacional.


E. Os sintomas não ocorrem exclusivamente durante o curso de um Transtorno Invasivo do Desenvolvimento, Esquizofrenia ou outro Transtorno Psicótico e não são melhor explicados por outro transtorno mental (por ex., Transtorno do Humor, Transtorno de Ansiedade, Transtorno Dissociativo ou um Transtorno da Personalidade).


Codificar com base no tipo:
F90.0 - 314.01 Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade, Tipo Combinado: se tanto o Critério A1 quanto o Critério A2 são satisfeitos durante os últimos 6 meses.
F98.8 - 314.00 Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade, Tipo Predominantemente Desatento: Se o Critério A1 é satisfeito, mas o Critério A2 não é satisfeito durante os últimos 6 meses.
F90.0 - 314.01 Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade, Tipo Predominantemente Hiperativo-Impulsivo: Se o Critério A2 é satisfeito, mas o Critério A1 não é satisfeito durante os últimos 6 meses.Nota para a codificação: Para indivíduos (em especial adolescentes e adultos) que atualmente apresentam sintomas que não mais satisfazem todos os critérios, especificar "Em Remissão Parcial".
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Propondo uma reflexão, reproduzo uma pergunta feita por Alicia Fernandez em seu curso sobre "Nuevos Aportes de la Psicopedagogia Clinica ante el cuestionado diagnostico de el Transtorno por Déficit de Atención con Hiperactividad":

Quais os conceitos de atenção e de atividade utilizados para diagnosticar um "déficit de atenção" e uma "hiperatividade" ?